• Vizinho faz mulher refém e pede R$ 12 mil para não matar família em SP



    Vítima ficou sob a mira do criminoso por cerca de uma hora. Homem ameaçou e amarrou a vítima durante o crime Divulgação/Polícia Militar Rodoviária Um homem foi preso por amarrar, fazer refém e extorquir sua vizinha em Santos, no litoral de São Paulo, nesta quarta-feira (11). Segundo apurado pelo G1, o vizinho Aelson Monteiro da Silva, de 45 anos, ameaçou a vítima e pediu R$ 12 mil para não matar sua família. A vítima o reconheceu pelas características do corpo e pela voz durante as ameaças. A residência da mulher fica no km 258 da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, na Área Continental de Santos. Quando seu marido saiu de casa, ela foi surpreendida por um criminoso encapuzado e armado com uma espingarda calibre 12. Ele a amarrou e permaneceu durante uma hora fazendo ameaças a sua família. Além de roubar R$ 600 em espécie, antes de fugir, o homem a ameaçou dizendo que voltaria a casa para matar sua família se até às 12h não deixasse a quantia de R$ 12 mil em um ponto da estrada. Após a saída do bandido, a vítima conseguiu se soltar e correu para a rodovia, onde se deparou com uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) e pediu ajuda. A mulher informou as características do suspeito aos policiais, que seguiram em busca do criminoso, o localizando pouco tempo depois em um ponto de ônibus, às margens da rodovia, onde aguardava sua esposa. Ele foi identificado e descobriu-se que o homem mora próximo à casa da vítima. Durante as diligências, os policiais localizaram, além da espingarda usada no crime, outra espingarda calibre 22, munições, as roupas usadas no roubo e os R$ 600. Segundo a polícia, a vítima estava extremamente abalada psicologicamente. O caso foi apresentado na Delegacia Sede de Santos. Policiais apreenderam duas espingardas, munições e o dinheiro roubado da vítima Divulgação/Polícia Militar Rodoviária
  • Moradores acusam PM de espancar catador de recicláveis em SP; vídeo



    Áudios obtidos com exclusividade pelo G1 mostram uma conversa entre o integrante da facção e o policial militar. Ele afirma que levaria o rapaz porque não "recebeu nada". Segundo moradores, vídeo foi gravado na hora que PM agrediu catador de recicláveis Moradores do Dique do Caxeta, uma comunidade localizada em São Vicente, no litoral de São Paulo, denunciam um policial militar por prender injustamente um catador de recicláveis da região após pedir dinheiro a integrantes de uma facção e não receber a quantia. Em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (12), um morador, que prefere não se identificar, afirmou que o PM inicialmente confundiu o rapaz com um olheiro do tráfico. Conforme relatado ao G1, o policial atua no patrulhamento da região. "No fim de novembro, ele estava em atividade quando viu o catador de recicláveis e achou que ele era um dos olheiros dos traficantes. Então ele agrediu e levou. O catador nunca mais apareceu aqui. Não sabemos o que aconteceu com ele", diz o morador. Ainda segundo relata, esse PM, em 2017, teria sido baleado na comunidade e, desde então, passou a querer encontrar quem foi o autor do disparo. Por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Polícia Militar afirma que os policiais militares tentaram abordar dois suspeitos, no dia 21 de novembro, em São Vicente. A dupla tentou fugir, porém, apenas um conseguiu e o outro resistiu à abordagem. Com ele, os policiais afirmam que encontraram uma sacola contendo maconha, cocaína e crack. O homem foi preso em flagrante por tráfico de entorpecentes pelo 2º DP da cidade e a droga apreendida foi enviada para a perícia. A equipe policial diz que o levou ao Pronto Socorro, onde recebeu atendimento médico. O morador nega a versão. "Esse catador tem problemas mentais, por isso, na favela, jamais poderia vender drogas, é uma regra. Ele é usuário, mas não vende drogas. Ele trabalha como catador de latinhas, todo mundo aqui sabe. O PM queria R$ 5 mil para soltar ele. A história que sabemos é que a filha dele tem uma doença e ele quer R$ 20 mil para fazer a cirurgia", afirma. Áudio mostra conversa entre PM e integrante de facção em São Vicente, SP Um áudio mostra uma conversa entre o policial e um possível integrante da facção do local. Na conversa, o integrante afirma que ele era apenas catador de recicláveis e pede para ele ser mais "maleável" com a atitude. E o PM responde que iria levá-lo. Sobre o vídeo que mostra a agressão contra o rapaz, por meio de nota, o comando local afirma analisar as imagens da ação dos PMs envolvidos. Dique do Caxeta Um vídeo obtido pelo G1 no começo de novembro mostrou um policial militar jogando o corpo de um jovem de 16 anos na vala, após um suposto confronto entre a PM e suspeitos que viviam na comunidade do Dique do Caxeta. Nas redes sociais, moradores do local lamentaram o ocorrido e pediram por "paz na favela". A Polícia Militar e a Polícia Civil ainda apuram o ocorrido. Vídeo foi gravado por moradores durante abordagem a catador de recicláveis no Dique do Caxeta G1 Santos Dique do Caxeta em São Vicente, SP Reprodução/Praia Grande Mil Grau
  • Homem mata mulher com pedradas após ela pedir a separação em SP



    Segundo a Polícia Civil, ele não aceitava o fim do relacionamento. Crime ocorreu em Itanhaém, no litoral paulista, e ele se matou em seguida. Homem matou mulher por não aceitar fim de relacionamento e se matou em seguida em Itanhaém, SP Reprodução/Facebook Uma mulher de 43 anos foi morta a pedradas pelo marido em Itanhaém, no litoral de São Paulo, segundo confirmado pela Polícia Civil ao G1 nesta quinta-feira (12). O autor, identificado como Paulo Lima dos Santos, de 46 anos, cometeu suicídio após matar Maria Rute Santos Nogueira. O casal tinha cinco filhos. O crime foi cometido por ele não aceitar o fim do relacionamento. Segundo apurado pelo G1, eles ainda moravam juntos. O crime ocorreu na quarta-feira (11), na Avenida Santo André, no bairro Itapel. Policiais militares atenderam a ocorrência e, no local indicado, encontraram Maria em um sofá com lesões na região da cabeça – já sem vida. Santos foi encontrado nos fundos da residência, também sem vida. Ele teria se enforcado. A Polícia Civil relatou que eles estavam discutindo quando tudo aconteceu. O motivo da briga seria porque Maria Rute queria a separação e Paulo não aceitava. Eles ainda moravam juntos. Ainda conforme acrescenta a polícia, não havia registros de boletim de ocorrência da vítima contra o marido por violência. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), um facão, um fio, pedras, dois celulares e uma quantia em dinheiro foram apreendidos. Exames periciais foram solicitados ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como feminicídio, violência doméstica e suicídio no 3º DP de Itanhaém. Os corpos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande. Crime ocorreu na residência que eles vivam em Itanhaém, SP Reprodução/Top Litoral
  • VÍDEOS: Jornal da Tribuna 2ª Edição de quarta-feira, 11 de dezembro



    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Baixada Santista e do Vale do Ribeira.
  • PMs salvam bebê engasgado em SP: 'Já estava desacordada’



    Caso ocorreu no bairro Rádio Clube, em Santos. Menina se engasgou com leite materno. Israel (esquerda) e Eduardo (direita) visitaram a pequena Helena em Santos (SP) Divulgação/Polícia Militar Uma equipe da Polícia Militar salvou uma recém-nascida de apenas 20 dias que havia engasgado com o leite materno em Santos, no litoral de São Paulo. A informação foi confirmada ao G1 nesta quarta-feira (11) e, segundo a PM, a bebê já estava desacordada quando foi realizada a 'manobra de heimlich' para desengasgo. Ela ficou internada por dois dias, mas já foi liberada e passa bem. O susto da mãe Andressa da Silva Marino, de 33 anos, começou por volta das 20h, de sexta-feira (6), quando a pequena Hellena Marino Guimarães começou a expelir leite pelo nariz e pela boca, após ter mamado. “Ela começou a ficar sufocada e não tinha por onde respirar. Minha mãe sugou o nariz e boca, para ver se saía, mas ela não voltava ao normal”. Desesperada, a mãe correu com a criança para uma farmácia próxima de sua casa, mas no local ninguém sabia socorrer. Uma cliente, que estava no estabelecimento, se propôs a ajudar e tentou fazer a ‘manobra de heimlich’, mas não teve sucesso. Então, a mulher se ofereceu junto do marido para levar a mãe e a bebê até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Noroeste, no entanto, o carro apresentou um defeito, no meio do caminho, na Rua Vereador Álvaro Guimarães. “Mais a frente, há uma base da PM e eu saí correndo do carro”, conta a mãe. Nesse momento, uma viatura passava pelo local e Andressa abordou os policiais pedindo socorro. “Quando pegamos a bebê, ela já estava desacordada, praticamente falecida. A mãe estava em estado de choque. Começamos a fazer o procedimento de desengasgo e a criança começou a voltar ao estado normal, porém, soltava muita secreção ainda”, relata o soldado Eduardo Peres. Com isso, o soldado e seu parceiro Israel dos Santos Gonçalves optaram por continuar o procedimento a caminho da UPA. No local, a criança já deu entrada na emergência e os médicos iniciaram o atendimento, conseguindo sugar toda a secreção. Com o risco de ter bronco aspirado o leite, Helena foi encaminhada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) da Santa Casa, para ficar em observação, e teve alta na segunda-feira (10) .”Se não fosse o casal e os policiais, eu não sei o que teria acontecido. Eles salvaram a vida da minha filha”. Após a saída do hospital, a garotinha recebeu a visita de seus heróis. “Eles me ligaram perguntando como ela estava e me pediram para visitá-la. Trouxeram até um presentinho. Foi um susto enorme. Se não fosse isso, não saberíamos que ela tem refluxo e agora tem que ser vigiada 24 horas por dia. Só pode mamar e dormir sentada”, explica Andressa. O policial Israel disse que no momento da ocorrência, lembrou de sua filha pequena e se colocou no lugar da mãe. “Ela confiou na gente para cuidar da vida da filha dela. Colocou toda a confiança. Esse caso vai ficar na memória”, finaliza.